Site antigo: reformar o que existe ou refazer do zero?
Nem todo site velho precisa ser jogado fora, e nem todo site feio precisa ser refeito. Um checklist para decidir com critério, não por gosto.
A decisão costuma começar pelo lado errado: alguém acha o site feio. Estética é importante, mas sozinha ela é o pior critério para gastar dinheiro. Vale olhar quatro pontos antes.
Quando reformar resolve
Reformar é o caminho mais barato e mais rápido quando o site:
- Está numa plataforma atual e que ainda recebe atualizações
- Funciona bem, mesmo que a aparência esteja datada
- Tem bom posicionamento no Google e recebe visitas
- Tem conteúdo que continua fazendo sentido
Nesses casos, dá para trocar o visual, reorganizar as páginas e melhorar a velocidade sem começar do zero, mantendo tudo o que já funciona.
Quando refazer sai mais barato
Refazer costuma compensar quando:
- A plataforma foi abandonada ou não recebe mais atualização de segurança
- O site já foi invadido e ninguém sabe ao certo o que ficou dentro dele
- Cada alteração pequena exige um especialista, porque o código é bagunçado
- O site não abre bem no celular, que hoje é a maior parte dos acessos
- Ninguém da empresa consegue atualizar nada sem ajuda externa
Existe um ponto em que remendar custa mais que construir. Quando cada ajuste leva horas e traz risco, reconstruir sai mais barato no primeiro ano.
O checklist para decidir
- O site recebe visitas hoje? Alguma página traz contato?
- A plataforma ainda recebe atualização de segurança?
- Você consegue trocar um texto sozinho?
- Ele abre bem e rápido no celular?
- O conteúdo atual ainda representa a empresa?
- Já houve invasão ou problema grave?
Muitos "sim" nas três primeiras apontam para reforma. Muitos "não", ou um sim na última, apontam para refazer.
O cuidado que ninguém pode esquecer: o Google
Se o site atual já aparece bem nas buscas, refazer sem planejamento joga isso fora. O trabalho técnico que preserva o posicionamento é conhecido e não é caro, mas precisa ser combinado antes:
- Manter os mesmos endereços das páginas sempre que possível
- Quando o endereço mudar, criar o redirecionamento do antigo para o novo
- Levar o conteúdo que rankeia, e não só o visual
- Avisar o Google da mudança e acompanhar as primeiras semanas
Vale dizer o outro lado: quando o site atual está muito ruim (lento, sem versão para celular, sem conteúdo), o site novo costuma melhorar a posição por si só, mesmo sem nenhum trabalho extra.
Se quiser essa leitura no seu caso, a SitePilot analisa sem custo e diz qual caminho sai melhor, com prazo e valor dos dois.
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