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Contrato de manutenção de site: as 8 cláusulas que evitam briga depois

Quase toda discussão entre empresa e fornecedor de site nasce de algo que não foi escrito. Estas são as oito cláusulas que resolvem isso antes.

Por Walisson Santos · · 6 minutos de leitura

A maior parte dos conflitos entre empresa e fornecedor de site não nasce de má-fé. Nasce de expectativa diferente: um achava que estava incluído, o outro achava que era serviço à parte.

Use esta lista para revisar qualquer proposta de manutenção, inclusive a nossa.

1. O que está incluído, com exemplos

"Manutenção do site" não quer dizer nada sozinho. O contrato precisa dizer o que entra e, principalmente, dar exemplos: trocar texto e imagem entra? Criar página nova entra? Instalar ferramenta entra? Fazer layout novo entra?

Peça também a lista do que não está incluído. É essa lista que evita a discussão futura.

2. Prazo de atendimento, em horas

Precisa estar escrito em quanto tempo o fornecedor responde e em quanto tempo conclui, e que isso varia conforme a urgência. "Atendimento ágil" não é cláusula, é propaganda.

Verifique também se os prazos contam em dias úteis ou corridos, e qual o horário de atendimento.

3. O que acontece fora do horário comercial

Site fora do ar às 22h de sábado é o teste real de qualquer contrato. Existe plantão? Para quais situações? Tem custo extra? Se o contrato não fala, assuma que não existe.

4. Cópia de segurança

Deve constar: com que frequência é feita, onde fica guardada (idealmente fora do servidor do site), por quantos dias o histórico é mantido e em quanto tempo o fornecedor restaura.

5. Propriedade do site, do domínio e dos acessos

A cláusula mais importante e a mais esquecida. Precisa estar claro que o site, o conteúdo e o domínio são da contratante, e que ela tem acesso de administrador a tudo. Vale incluir o que acontece no fim do contrato: como os acessos e a cópia final são entregues.

6. Hospedagem: incluída ou não

Se a hospedagem está incluída, o contrato precisa dizer qual é o plano e o que acontece se o site crescer além dele. Se não está, deixe claro quem paga e em nome de quem fica o contrato.

7. Reajuste e prazo

Qual o período mínimo, qual o aviso prévio para sair, se existe multa e qual índice reajusta o valor todo ano. Contrato sem regra de reajuste costuma gerar surpresa no aniversário.

8. Segurança e incidentes

Se o site for invadido, a limpeza está incluída ou é cobrada à parte? E se a invasão aconteceu por falha de atualização que era responsabilidade do fornecedor? Essa conversa é muito mais fácil antes de acontecer.

Três sinais de alerta numa proposta

  • Sem prazo escrito. Significa que não existe compromisso, só intenção
  • Sem definição de escopo. Vira discussão a cada pedido
  • Sem menção a backup e propriedade. São justamente os pontos que doem quando a relação acaba

Na SitePilot, esses pontos estão no contrato e nos anexos de serviço, e a gente faz questão de explicar antes de assinar. Se quiser ver como funciona, conheça os planos de suporte.

Quer ver como é o nosso contrato?

A SitePilot trabalha com contrato, prazo de atendimento definido e escopo por escrito. Nada de acordo verbal.

Ver os planos de suporte→

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