Quem é o dono do seu site? A pergunta que só aparece quando dá problema
Muita empresa descobre tarde demais que o site, o domínio ou o e-mail estão no nome de um ex-funcionário ou de um fornecedor que sumiu. Dá para checar em 15 minutos.
Enquanto tudo funciona, ninguém pergunta. A conversa só aparece no pior momento: o fornecedor sumiu, o funcionário saiu brigado, o site caiu e ninguém tem a senha, ou a empresa quer trocar de agência e descobre que não leva nada consigo.
São quatro coisas diferentes, e cada uma pode estar no nome de alguém diferente.
1. O domínio
É o endereço do site, o ativo mais importante de todos. Se ele estiver no nome de outra pessoa, ela pode simplesmente levar o seu endereço embora, com o site, o e-mail e anos de reputação no Google junto.
Como conferir: para domínios .com.br, consulte o registro.br pelo seu endereço. Aparece o nome e o CNPJ de quem é o titular. Confira se é a sua empresa. Para domínios .com, a consulta é no painel de onde ele foi comprado.
Se estiver errado: peça a transferência de titularidade. É um processo simples quando a relação está boa, e um pesadelo quando não está. Não deixe para depois.
2. A hospedagem
É onde o site mora. O contrato pode estar no nome da agência, com a sua empresa pagando por dentro. Isso significa que, se a relação acabar, o acesso ao servidor não é seu.
Como conferir: descubra qual empresa hospeda o site e em nome de quem está o contrato. Você deve conseguir entrar no painel com um acesso próprio.
3. O código e o conteúdo
Aqui entra o que foi produzido: o site em si, o layout, os textos e as imagens. O contrato de desenvolvimento deve dizer, com todas as letras, que o resultado é da sua empresa depois do pagamento.
Atenção a um detalhe: se o site foi feito num tema ou numa plataforma paga, existe a licença daquela ferramenta, que costuma ser anual. Saber em nome de quem está essa licença evita o susto de o site parar de receber atualização.
4. Os acessos
Painel do site, hospedagem, domínio, e-mail, ferramentas de análise e redes sociais. O mínimo aceitável é que exista um acesso de administrador em nome da empresa, com um e-mail corporativo que não dependa de nenhuma pessoa física.
Evite o cenário mais comum de todos: tudo cadastrado no e-mail pessoal de um funcionário. Quando essa pessoa sai, a empresa fica sem nada.
O checklist de 15 minutos
- O domínio está no CNPJ da empresa? (consulte no registro.br)
- Você consegue entrar no painel da hospedagem com um acesso seu?
- Existe um usuário administrador do site em nome da empresa?
- O e-mail usado nos cadastros é corporativo, e não pessoal?
- Você tem cópia de segurança do site em algum lugar que seja seu?
- O contrato de desenvolvimento diz que o site é da empresa?
Se você respondeu "não sei" a duas ou mais, vale resolver isso antes que vire urgência.
Como a SitePilot trata isso
Todo site que a gente desenvolve fica no nome do cliente: depois do pagamento, o que foi produzido é dele. E, quando assumimos um site que já existe, a primeira etapa é justamente organizar essa casa: levantar domínio, hospedagem, acessos e licenças, e deixar tudo registrado no nome da organização.
Isso faz parte da análise inicial, que é gratuita. Mesmo que você não contrate nada, sai sabendo o que é seu.
Não sabe em nome de quem está o seu site?
A SitePilot faz esse levantamento na análise inicial, sem custo, e organiza tudo no nome da sua organização.
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